Entre Nuremberg, Bamberg, Würzburg, Rüdesheim, Cochem, Wasserbillig e Luxemburgo, a paisagem se constrói em camadas discretas, onde a história se mistura ao relevo sem necessidade de anúncio. Sempre com a sensação de que tudo ali aprendeu a existir no ritmo da água.
A viagem se dá nesse intervalo suave entre movimento e permanência. O rio conduz, mas é a paisagem que dita o tom: ora estreita entre encostas, ora aberta em planícies silenciosas, sempre com a sensação de que tudo ali aprendeu a existir no ritmo da água.








