Já pararam para imaginar como é estar em plena Savana perto de um leão ou de uma manada de girafas? Quando pensamos nos safáris da África, muitas vezes, ficamos com a sensação de que aqueles animais são parte de uma paisagem fixa e imutável. Na verdade, quando pensamos assim, simplesmente desconsideramos o mais precioso desses habitats que é a sua natureza bruta, livre e que acontece como um espetáculo espontâneo e sempre único. Sempre inédito e imprevisível.
Conversando com algumas pessoas que já fizeram esses passeios, é comum que falem sobre as surpresas dos safáris. Muitas vão com o sonho de ver os “Big Five”, que são: leão, leopardo, elefante, rinoceronte e o búfalo, mas acabam se encantando também com outras espécies. Aliás, nessas reservas naturais existem cerca de 350 espécies só de aves!

Geralmente, as saídas com jipe pela Savana são acompanhadas por dois tipos de profissionais chamados de “rangers” e “trackers”. Os primeiros são especializados em biologia e falam sobre os animais e seus hábitos e os segundos são responsáveis por seguir pegadas e vestígios para que o encontro com aqueles animais aconteça de fato e de forma segura. Ali, a vida é selvagem mesmo e não tem hora nem lugar para as cenas e os personagens mais interessantes darem o ar da graça. É preciso ir atrás, descobrir por onde estão, o que deixa tudo mais intenso e misterioso.
Dependendo da hora, aquelas paisagens mudam também de cor. Ganham tons avermelhados em fim de tarde e o céu pode ficar meio lilás, por exemplo. Os primeiros raios de sol entre as árvores da vegetação local, especialmente entre os monumentais baobás, também merecem a contemplação no início de uma manhã. Por isso, há opção de visitas em horários variados: manhãs, tardes e até na madrugada.
A Donato vai até a África do Sul com um grupo que ficará hospedado no Kapama Private Game Reserve, um hotel dentro de uma reserva com quatro safáris programados; dois pela manhã e dois pela tarde (leia sobre o roteiro clicando aqui!). O país é ideal para essas imersões e ainda é rico em experiências enogastronômicas!

Uma vez tendo a oportunidade de realizar um safári na África, é preciso estar com mente e coração abertos para captar com tranquilidade a dinâmica da natureza e entrar no seu ritmo. O silêncio é necessário e também uma medida de segurança para manter o ambiente sereno e não assustar os animais. Ele ajuda a tecer as relações que visitantes acabam estabelecendo com um ou outro animal no meio daquele cenário. Isso porque a beleza e a imponência dos bichos é tanta que os olhos são capturados como presas. Assim, acontecem encontros inesperados com quem vive ali e tem, de certa forma, sempre uma mensagem para passar.
Observando os animais em sua casa, caçando ou apenas dormindo, se pode aprender sobre a vida, sobre o que importa. A presença impressionante desses bichos e de seus comportamentos exclusivamente instintivos inspira o animal que habita no homem, há uma conversa entre olhares, há uma troca de energia que é impossível não sentir.
Esse calor entre seres tão diferentes pode acontecer mesmo com as distâncias estabelecidas pelas normas de segurança. Com muito respeito aos animais e ao seus espaços, os safáris têm o potencial de nos ensinar intuição e ainda mais responsabilidade pelo meio ambiente e os animais. Aproveitem uma vez na vida, pelo menos!
*crédito foto de destaque Johann S., no Unsplash
Leia sobre os detalhes da nossa viagem em grupo para a África do Sul
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